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Biography John Dale, ADM, MBA
Email: jk.dale@tenstep.com.br

John possui cerca de 30 anos de sólida experiência profissional, atuando como gestor de projetos seguindo o modelo do PMI há mais de 20 anos, participando e gerenciando projetos de diversos portes em; Engenharia, TI e TELECOM. Atua como consultor, especializado na gestão de riscos em projetos e na aplicação de modelos de segurança como ASIS, ISSA, ISACA, COSO, BS7799, AS/NZS4360. É professor de Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos no IBTA. Com experiência internacional, chegou a ser o responsável pela área de informática em empresas de porte, inclusive um jornal. Trabalhou em empresas como CNEC (Camargo Corrêa), REUTERS, ACER, CREDICARD, PricewaterhouseCoopers, com clientes como: Rodobens, C&A, Petrobrás, Bradesco, Itaú, Camargo Correa, Vale, entre outros.

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PROJETOS UTILIZANDO RECURSOS VISUAIS.

“Uma imagem vale mais do que mil palavras....”

Nada como uma foto para descrever o que desejamos. Cores, proporções, formas, etc., tudo apresentado de forma indiscutível, clara e objetiva.

Como fazer uma foto de um projeto? Planejar é, de certa forma, fazer um modelo em escala da realidade que pretendemos construir com nosso projeto. Assim, ao planejarmos descrevemos tanto o que desejamos construir, quanto os passos necessários para realizá-lo.

Você já examinou um carrinho de brinquedo em escala? Será que você seria capaz de fazer uma cópia do original utilizando o modelo em escala como referência? Peças, acessórios, motor, etc.?

Agora tente descrever o carro, anotando em papel cada detalhe do mesmo. Será que alguém conseguirá reproduzir uma cópia do carro original a partir da descrição escrita em toneladas de papel?

A Management Framework for Project, Program and Portfolio Integration

Autor Max Wideman

Clique aqui para maiores detalhes

Das duas tentativas acima, qual você acha que melhor se aproxima do modelo original?

Por definição, em um projeto, temos uma única oportunidade para fazer algo que nunca fizemos antes (ao menos exatamente como deve ser realizado nessa oportunidade).

Muito bem, se temos apenas uma oportunidade para fazer o que desejamos, exatamente como pretendíamos, será que ficaremos satisfeitos com uma versão de nosso ideal?

Outra característica comum aos projetos é a restrição de tempo e de outros recursos as quais estão sujeitos. Quanto tempo leva para descrever o nosso “produto”? Quanto tempo leva para ler toda a descrição de nosso “produto”? Quanto tempo leva para acertar a documentação no caso de necessitarmos introduzir alguma mudança? Quantos recursos são utilizados para isso? Temos esse tempo e recursos?

Se ainda não foi o bastante, lembre-se que, normalmente, um projeto envolve a disseminação da documentação, estratificada, detalhada, a cada segmento ou subsistema do projeto. Imagine agora o dispêndio de recursos e tempo, se temos a necessidade de dividir o projeto, compartilhando as atividades com outras pessoas, quanta documentação será gerada e quanto controle será necessário, apenas sobre esta documentação?

Gerenciar significa dar direção e fazer com que os objetivos sejam alcançados. Até agora só falamos do direcionamento, e o controle?

Como dizer a diversas pessoas, que o que pretendíamos que cada um fizesse, está ou não de acordo com o que estão realizando, em tempo para que a atividade possa ser corrigida, sem impactar no volume de recursos necessário apenas para gerenciar o projeto.

Técnicas utilizando recursos visuais, ou gráficos vêm sendo adotadas há muito tempo, tanto para planejar, quanto para comunicar como também para controlar os empreendimentos. Têm maior precisão, apresentam melhores resultados, são simples para criar e interpretar, são mais rápidas e eficazes.

Desde o inicio dos anos 1950, durante a corrida espacial, a eficácia dessas técnicas vem sendo comprovada e aprimorada, novas técnicas desenvolvidas e agregadas à suíte de recursos disponíveis para planejar e controlar projetos. Sua eficácia é maior se diferentes técnicas são conjugadas, proporcionando uma visão mais clara e objetiva do que deve ser feito e como.

Técnicas como: PERT/CPM, WBS, RUP, DFD, GANTT, ABC, Curva S, entre quase infinitas outras; foram criadas e são continuamente aprimoradas a cada dia. E, com o uso freqüente, passamos a compreender o verdadeiro potencial dessas ferramentas, obtermos o melhor delas e compreender suas fraquezas, podendo então encontrar as ferramentas que complementem essas fraquezas, criando uma suite que amplie nosso potencial.

Em geral, podemos utilizar o WBS para planejamento e documentação, PERT/CPM para planejamento (aprimorar) e controle, GANTT para controle, isso para exemplificar uma das inúmeras formas possíveis de utilizar o conjunto dessas ferramentas.

A forma de usar integradamente essas ferramentas pode ser considerada pessoal, mas, deve ser feita de forma regulamentada, seja pela organização, seja pela gestão do projeto. Assim, os objetivos de uso de cada ferramenta estarão alinhados dentro da equipe do projeto e o seu potencial terá a maior eficácia, provendo os melhores resultados para o projeto, sem sobrecarregar a sua equipe.


Copyright© 2009 John Dale

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