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CRIE MÉTRICAS ESPECÍFICAS PARA MOSTRAR O VALOR AGREGADO DE SUA METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS (PARTE 1 DE 2)

Por Tom Mochal

Há um número de fatores que dificultam uma declaração sobre o valor quantificativo de uma metodologia para uma organização.

Você não pode fazer uma comparação precisa dos projetos antes e depois

Primeiramente, uma das características dos projetos é que todos eles são únicos. Conseqüentemente, você não poderá fazer uma comparação direta (laranjas – com –laranjas) de como os projetos eram antes de utilizar os processos de gerenciamento de projetos e após. O que você gostaria de dizer é que você investiu “X” horas de esforço para fazer um projeto antes, e agora você necessitará somente de “Y” horas de esforço. Entretanto, dois projetos nunca são exatamente os mesmos para fazermos esta comparação. Você poderá fazer algumas declarações gerais através de comparação de projetos com as características similares. Entretanto, um outro problema relacionado é que a maioria das empresas não mantém nenhum registro histórico sobre as características e sobre os custos associados aos projetos anteriores, que possam ser utilizados neste tipo de comparação.

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CRIE MÉTRICAS ESPECÍFICAS PARA MOSTRAR O VALOR AGREGADO DE SUA METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS (PARTE 2 DE 2)

Por Tom Mochal

Na primeira parte nós discutimos sobre a existência de um número de fatores que dificultam uma declaração sobre o valor quantitativo de uma metodologia para uma organização. Agora nós discutiremos sobre como você poderá personalizar algumas métricas para mostra o valor da sua metodologia de gerenciamento de projetos.

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GERENCIANDO MUDANÇAS EM PROJETOS DE VIDA

Por Abraão Dahis, MBA, PMP

As dificuldades e resistências nas mudanças

“O mundo odeia mudanças. No entanto, é a única coisa que tem trazido progresso.” - Charles Franklin Kettering (1876-1958) – Inventor americano e co-fundador da Delco Eletronics.

Partiremos do princípio, que  já se tem um Projeto de Vida e se sabe qual são as metas (marcos) deste projeto, como também, já se tem um Plano de Ação para alcançá-las.

Como as ferramentas de gerenciamento de projetos poderão ajudar a planejar, executar, controlar e, finalmente efetivar uma ou mais mudanças neste “Projeto de Vida”?

Quantos, diante da tentativa de transformar qualquer aspecto, não sentem grande dificuldade em mover-se na direção da mudança pretendida? Por que da dificuldade em romper com a inércia e assim, partir para o movimento? Mudar significa ocupar outro espaço, deslocar-se de uma situação para outra, de um estado atual para um estado desejado. Este movimento exige liberdade de trânsito e, em oposição a isso, a grande dificuldade nestes momentos, é proporcional ao medo da perda, o medo de “deixar para trás”.

Embora o desejo de mudança seja forte, as circunstâncias onde mais facilmente se pode detectar o medo de perdas, são aquelas que envolvem perda material, perda de apoio afetivo, perda de segurança social e outros tipos de perdas

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ESCRITÓRIO DE PROJETOS, SUA EMPRESA ESTÁ PRONTO?

Por André Silveira

Conheça sua proposta de valor e os desafios de uma implantação

Imagine uma empresa onde todas as suas idéias são escolhidas utilizando-se critérios de seleção padrão e uma vez aprovadas se transformam em projetos.

Seus executivos sabem como andam estes projetos em termos de prazo e orçamento, quais contribuem mais para o negócio, quais são suas prioridades, onde devem investir para maximizar o resultado de seus objetivos estratégicos.

Processos de planejamento execução e controle permitem identificar o trabalho necessário, alocar recursos adequados, gerenciar cronogramas e orçamentos, equilibrando qualidade, escopo e riscos de forma a obter sucesso de cada projeto.

O uso de procedimentos padrão e práticas comuns permeia toda a empresa. Gerentes de projeto e suas equipes multifuncionais, transitam de um projeto para outro fácil e rapidamente.

Quanto maior for sua empresa ou o número e a complexidade de seus projetos, maiores são as dificuldades em tornar situações como as descritas acima, uma realidade.

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SAIBA COMO CONVENCER OS EXECUTIVOS SOBRE O VALOR DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Por Tom Mochal

Não há nenhuma duvida que um grupo padronizado de processos de gerenciamento de projetos fornece um grande valor para as organizações. Mesmo que a sua organização execute somente projetos pequenos, ainda há um valor em implantar um grupo padronizado de processos "Lites" de gerenciamento de projetos que todos possam usar em projetos similares. O argumento exato para convencer os executivos sobre o valor das práticas padronizadas de gerenciamento de projetos será diferente de empresa para empresa porque cada empresa tem uma cultura única e problemas únicos que enfrentam. Também, cada organização está partindo de uma realidade diferente e de um grupo diferente dos problemas que estão tentando resolver.

A Sua Empresa está Passando por Alguns Problemas Hoje?

Se a sua organização entregasse os projetos OK hoje, os seus argumentos teriam que focalizar em como o gerenciamento de projetos traria melhorias no ciclo de vida do projeto, em termos de prazos, custos e da qualidade. Entretanto, o argumento será mais fácil se você puder identificar as áreas onde a sua organização está com alguns problemas hoje. Neste caso, os seus executivos ficarão muito mais abertos para fazer mudanças.

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A GERÊNCIA DO PENSAMENTO

Por Abraão Dahis, MBA, PMP

A comunicação é tão importante quanto o conhecimento.

A conscientização da linguagem assertiva como forma de comunicação positiva.

Os erros dos médicos são sepultados, os dos advogados vão ou não para as cadeias, os dos dentistas são extraídos, os dos carpinteiros transformam-se em serragem, dos engenheiros em entulho, dos gerentes de projetos... e por aí vão todas as atividades humanas pois ninguém pode considerar-se ou ser considerado perfeito a ponto de nunca ter cometido um único erro. Errar é uma etapa essencial pois mostra o quanto podemos crescer no processo. Imagine um bebê que mal consegue pôr-se de pé e já torna a cair. O que seria dele se diante do primeiro erro, concluísse: “É, não deu certo. Não consigo. Não sirvo para andar”. A linguagem do pensamento portanto, é vital para se desenvolver  o comportamento que originará a ação. E se esse bebê acreditasse mesmo na conclusão de que “não serve para andar”?

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GESTÃO DE DEMANDAS - ONDE NASCEM OS PROJETOS

Por Rogério de Souza Leitão

Ao contrário do que muitos pensam a gestão de demandas está muito associada à logística das operações da empresa, da forma como as empresas tratam as suas solicitações, sejam internas ou externas e as suas relações com a capacidade de absorção pela área produtiva e de projetos.

As incertezas das demandas aliadas à capacidade execução pela área de projetos caracterizam um problema cada vez mais enfrentado pelos gerentes de projetos.

Gerenciar o conjunto de demandas de forma que possam ser transformadas em pacotes de projetos gerenciáveis é o grande desafio dos gerentes de projetos, mas para isso é preciso entender que projetos devem nascer após uma gestão efetiva das demandas que acabam influenciando o ciclo de vida dos projetos.

Quase sempre acontece de duas formas, se a demanda aumenta conseqüentemente aumenta-se à quantidade de recursos, se a demanda diminui retira-se os recursos alocados para a execução destas demandas, no entanto existe uma limitação neste tipo de abordagem, pois nem sempre a organização consegue ativar ou desativar recursos devido à rapidez com que as demandas surgem.

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A GERÊNCIA INTUITIVA

Por Abraão Dahis, MBA, PMP

Quando possuímos uma formação superior em ciências exatas, nos é ensinado que a metodologia adequada para o gerenciamento de um projeto é primeiramente a elaboração de um “Levantamento de Dados”, o mais completo possível, que será analisado e imediatamente transposto, tanto descritivamente quanto graficamente, para um “Estudo Preliminar”, que, por sua vez, poderá ainda ser desenvolvido em etapas aperfeiçoadas subseqüentes como o EP2, EP3, e assim sucessivamente, até que culmine em um “Ante-projeto”, este sim, já com especificações mais aprofundadas e delineadas com maior precisão e, finalmente, o concluímos com o “Projeto Final de Execução”, agora já minuciosamente detalhado, contendo todos os processos e metodologia a serem usados para a perfeita compreensão por parte daqueles que o irão executar.

O cenário atual nos impõe conhecer técnicas diferenciadas destas, já obsoletas, onde mecanismos de “Project Management” recomendam utilizar-se o tripé PPP: Pessoas, Processos e Produtos/Serviços, de forma que se alcance maior eficácia, eficiência e economia ante o sucesso a ser alcançado pelo projeto. Hoje é necessário que as empresas implementem efetivamente, práticas que garantam a absorção de novos negócios e mantenha os já estabelecidos. Isto significa que organizações que utilizam o gerenciamento de projetos como instrumento de gestão têm maior capacidade de responderem rapidamente a novos requisitos do mercado, fortalecendo seu posicionamento estratégico. Um projeto fracassado pode vir a significar o encerramento das atividades deste setor e até mesmo a “morte” desta organização.

Hoje, a metodologia aplicada é baseada nas orientações do PMI, Project Management Institute, uma das principais organizações do setor, que identifica e descreve as principais áreas de conhecimento e práticas que são geralmente aceitas para gerenciamento de projetos.

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DATA PARA UMA DATA

Por John Arthur Grass, PMP

O que você pode fazer se um participante da reunião de status do projeto for somente um representante e não tiver nenhum poder para tomar decisões e fornecer informações?

Como um Gerente de projetos pró-ativo e proficiente, você faz todo o possível para garantir que as pessoas certas compareçam em suas reuniões semanais ou mensais de andamento do projeto.

  • Você programa suas reuniões de modo que as mesmas caem sempre no mesmo dia da semana ou no mesmo dia de cada mês.

  • Você tenta programar suas reuniões fora dos dias que as pessoas teriam dificuldades para comparecerem. Por exemplo; no começo ou no final da semana (feriadões) ou no começo ou no final do mês (revisões de final de mês e relatórios obrigatórios).

  • Você envia a agenda alguns dias antes da reunião aos convocados e solicita a confirmação de comparecimento

  • Você mesmo contatou os infratores principais das reuniões e solicitou a confirmação de seu comparecimento.

Mas mesmo assim, você vê que alguns dos participantes de sua reunião são somente representantes dos convocados.

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O GERENCIAMENTO DE RISCOS EMPRESARIAIS

Por Juliana Maria Martins Bezerra

A história recente tem registrado inúmeros casos de insucesso onde grandes instituições mundiais perderam bilhões de dólares em geral associados à falta de controles efetivos dos riscos envolvidos com seus investimentos e o respectivo impacto nas demonstrações financeiras quando da materialização destes riscos.

Segundo, Marcelo Alcântara, sócio da área de Gestão de Riscos Empresariais da Deloitte, “a preocupação com a gestão de riscos já está incorporada nas grandes empresas de todo o mundo e ruma para a consolidação também no cenário empresarial brasileiro. A busca de estabelecer políticas e estruturas formais de prevenção e gerenciamento de situações potencialmente perigosas ao negócio de uma empresa tem se intensificado como resultado de dois fatores principais: a recente onda de regulamentações pró-governança corporativa, que vem requerendo um controle formal das práticas de negócios, e uma disposição clara das organizações em se apresentarem ao mercado como financeiramente sustentáveis em longo prazo. As companhias que gerenciam mal seus riscos lançam-se imediatamente e paradoxalmente a uma situação de risco inerente, à medida que investidores, analistas e reguladores de mercado estão mantendo um olhar atento, como nunca visto antes, nas práticas corporativas. E as conseqüências de um eventual fracasso nunca foram tão grandes”.

O gerenciamento de risco nas organizações refere-se à atividade gerencial de monitoramento da exposição ao risco que pode afetar os resultados financeiros da empresa e, consequentemente, o preço da ação.

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COMPETÊNCIA EMOCIONAL DE UM GERENTE DE PROJETOS

Por Ana Paula Rodrigues Pereira 

Em muitas empresas mesmo tradicionalmente funcionais, a área de Tecnologia da Informação tem assumido a responsabilidade gerencial sobre os produtos e serviços por ela gerados para atender a toda organização e clientes externos. Com isso, analistas de sistemas que já possuíam conhecimentos técnicos para desenvolver soluções tecnológicas têm buscado cada vez mais especialização em Gerenciamento de Projetos.

Com o conhecimento das boas práticas de gerenciar projetos ele passa a ter mais uma gama de informações de como melhor planejar e controlar seus projetos.  Sendo assim, um analista de TI juntando sua experiência em desenvolver sistemas com o conhecimento nas melhores práticas em gerenciamento teria tudo para vir a se tornar um qualificado gerente de projetos.  Seria fácil, se fosse só isso. Afinal, um profissional de TI já tão acostumado com boas práticas em desenvolver sistemas dividindo-o em fases de levantamento, análise, desenvolvimento (codificação), testes e implantação não seria difícil absorver e desempenhar as práticas sugeridas pelo PMI. Mas a realidade mostra nem sempre isso.

Muitas vezes, excelentes técnicos tornam-se maus gerentes. Por que? Simplesmente, porque o fator humano não foi bem desenvolvido. Lidar com pessoas é bem diferentes que lidar com recursos tecnológicos onde as respostas são lógicas. O ser humano é muito complexo, cheio de emoções e individualidades. Assumir a liderança de um projeto envolve liderar um time de projeto, conseguir o comprometimento e a confiança dos stakeholders e do sponsor do projeto para cumprimento da tripla restrição do projeto. O equilíbrio emocional do Gerente de Projeto é imprescindível para garantir um ambiente construtivista para a realização do trabalho.

Os treinamentos em gerenciamento de projeto fazem referências a algumas técnicas de incentivo motivacional e estratégicas para desenvolver líderes e adquirir sucesso.  Abordarei nos tópicos seguintes a SWOT e a LEAD.

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A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO DE RISCO EM PROJETOS

Por Juliana Maria Martins Bezerra

Risco é uma característica comum para todos os projetos. Todos os projetos têm algum grau de incerteza devido às suposições associadas a eles e ao ambiente em que são executados. Um projeto é considerado bem sucedido quando é finalizado dentro das expectativas de tempo, custo e qualidade, além de ter atendido às expectativas do cliente e a moral da equipe ter se mantida alta durante todo o projeto. Entretanto, nem sempre um bom planejamento de prazos, recursos, custos e qualidade é suficiente para garantir o sucesso de um projeto. Muitas vezes, fatores externos têm influência decisiva no sucesso ou fracasso de um empreendimento, o que evidencia a atenção que deve ser dispensada ao gerenciamento de riscos.

Embora os riscos não possam ser eliminados completamente, muitos podem ser antecipados e controlados pró - ativamente. Uma vez identificados os riscos, há um número de opções que o gerente do projeto poderá considerar como respostas.

O objetivo deste artigo é desenvolver o conceito de riscos e sua gestão dentro de projetos, abordando os principais processos definidos no PMBOK relativos ao gerenciamento desta área de conhecimento.

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REDUZIR RISCOS EM CONTRATOS COM EMPREITEIROS: É POSSÍVEL?

Por André Augusto Choma, PMP

A contratação de empreiteiros em projetos de construção civil é hoje a maneira mais comum de execução de obras de construção. Porém, ao contratar um empreiteiro sem critérios claros e precisos, elevamos significativamente o risco na execução do empreendimento. Muitos gerentes de projetos não estão cientes de todos os riscos assumidos, e falham ao não tomar ações preventivas.

Que riscos a minha empresa corre, em um contrato de empreitada?

Podemos, rapidamente, listar alguns exemplos:

  • Riscos fiscais e trabalhistas;

  • Risco de ser responsabilizado por acidentes de trabalho;

  • Risco de o projeto atrasar ou estourar o orçamento (ou os dois);

  • Risco de receber um produto de baixa qualidade / durabilidade.

Como podemos perceber, a contratação de um empreiteiro, ao invés de transferir o risco da contratação do contratante para o contratado, acaba ocorrendo da forma contrária. Como a maioria das empresas empreiteiras não possui uma estrutura adequada para o porte dos projetos normalmente contratados, todos os problemas que ocorrerem durante a duração do contrato, ou mesmo após o término do projeto, acabarão atingindo quase que exclusivamente a empresa contratante.

Como prevenir, então, os riscos mais comuns em contratos com empreiteiros? E baixar a exposição ao risco dos contratos de construção?

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OS ATORES EM UM PROJETO - As áreas de influência e de interesse - A Matriz de Relacionamentos de Atores -

Por Gilberto Arruda Cerqueira Xavier, MsC., PMP

Os stakeholders em um projeto.

A fim de padronizar um entendimento, neste artigo trataremos os stakeholders como atores.

Qual a melhor definição de um ator em um projeto? Qual a importância em identificá-los e saber até que ponto eles podem intervir no resultado do trabalho?

Seguramente não encontraremos uma única definição para este termo, mas, para podermos conduzir o nosso raciocínio, proponho uma das mais abrangentes que define os atores como todos aqueles (pessoas ou instituições) que tenham interesse no projeto.

Interesse significa “algo que queremos, desejamos ou preferimos”, ou ainda, “conveniência, lucro, proveito, vantagem ou utilidade que alguém encontra em alguma coisa”. Se pararmos para pensar um pouco mais sobre a atuação dos atores, veremos que muitos possuem não só interesse, mas também influência na condução do projeto.

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LEVANTAMENTO E ANÁLISE DE NECESSIDADES DE INVESTIMENTO EM TI CORPORATIVA - Em empresas de médio porte, com vistas a definição de um plano diretor de TI

Por Edivan de Oliveira Fulgencio

Este artigo apresentar um sumário de atividades tais que possam dar suporte à elaboração de uma Estrutura Analítica de Projeto (ou, no termo técnico em Inglês WBS – Working Breakdown Structure) para este tipo de estudo, perante o qual muitas vezes o profissional de TI – principalmente Consultores alocados em clientes de médio porte -, como: escritórios de advocacia, empresas de consultoria, imobiliárias e afins.

De posse do presente artigo, o profissional terá pistas para elaboração de um plano de trabalho e seus possíveis produtos (ou, no termo técnico em inglês: “deliverables”) de um projeto como este.

Introdução

O presente artigo é resultado de um caso real de levantamento e análise de necessidades de Investimento em TI corporativa, realizado em um escritório de advocacia, no correr do ano fiscal de 2008. Por dedução pode ser aplicado a estabelecimentos do mesmo porte, com atividades similares ou não.  A infra-estrutura de Tecnologia da Informação (Redes, Telecomunicações e automação de escritórios) usada nestes estabelecimentos, geralmente obedece às mesmas regras de topologia e arranjo físico de Servidores e Clientes, bem como parque de Hardware e Software instalados.

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CERTIFICAÇÃO CAPM®

Por Carlos Augusto V. Freitas, CAPM

O que é a Certificação CAPM®?

Lançada em 2003, a Credencial CAPM® - Certified Associate in Project Management, criada especificamente para membros de equipes de projeto, tem como objetivo melhorar o sucesso total do projeto e assegurar o conhecimento em gerência de projeto. Para se obter a Credencial CAPM®, é necessário estudo nos “guidelines” específicos desenvolvidos para medir objetivo e experiência, a instrução e o conhecimento profissional e passar no exame de Certificação que avalia seu conhecimento no "Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerência de Projetos(PMBOK® Guide. 3rd Edition. PMI, 2004)."

Guidelines = Guias de referência em Gerenciamento de Projetos.

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